| |
Revista Nova Cidadania - Estado-Garantia e Saúde |
| |
Publicação de breve reflexão e resumo dos Encontros dos Jeronimos, nomeadamento o Encontro dedicado ao Estado-Garantia e Saúde, no qual a APHP participou e interviu na pessoa do Presidente da Direcção, Sr. Eng.º Teófilo Leite…
|
| |
|
| |
UE espera impulso português na mobilidade de doentes
|
| |
A circulação de doentes na União Europeia é a grande medida que a Comissão Europeia tem programada para os próximos meses. Um doente que não pode receber no seu país o tratamento de que necessita, ou que esteja sujeito a uma espera excessivamente longa, deverá poder obtê-lo em qualquer ponto da União Europeia a custas do seu serviço nacional de saúde…
|
| |
|
| |
Colóquio "Regulação em Saúde" na Assembleia da República - Discurso do Presidente da APHP
|
| |
A APHP participou e teve uma intervenção no Colóquio “Regulação em Saúde”, no dia 3 de Julho de 2007, na Sala do Senado, no Palácio da Assembleia da República...
|
| |
|
| |
Para onde vai a Saúde em Portugal?
|
| |
Artigo de opinião do Presidente da Direcção da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada, Teófilo Ribeiro Leite…
|
| |
|
| |
Grupos privados querem gerir farmácias nos seus hospitais
|
| |
Os grupos privados portugueses com interesses na saúde são unânimes em criticar a possibilidade de apenas os hospitais públicos poderem abrir concurso para a instalação de farmácias nas imediações ou mesmo nas instalações dessas unidades de saúde…
|
| |
|
|
Constituída em 1975, a APHP, que representa 48 associados (Hospitais e Clínicas Privadas com internamento e unidades destinadas ao repouso e à convalescença), visa a reforma da política de saúde, orientada pelas leis de mercado, onde a qualidade da oferta, dos serviços e dos profissionais possa ser escolhida pelas populações, com ganhos para o Estado e para os cidadãos.
Nos últimos anos, o sector hospitalar privado, tem vindo a aumentar consideravelmente a sua oferta de cuidados diferenciados, mas também continuados e paliativos.
Longe vai o tempo em que o sector privado, por falta de capacidade de investimento em meios de prestação de cuidados tecnologicamente avançados, se orientava maioritariamente para o desenvolvimento de actividades ambulatórias e o fornecimento de Meios Complementares de Diagnóstico.
Com vários associados em posições de referência e representando hoje níveis de capacidade instalada e de actividade produtiva muito significativos, a APHP afirma-se, progressivamente, como o interlocutor privilegiado dos poderes públicos para as parcerias que comprometem o futuro do sistema de saúde.
Para a APHP, na perspectiva desta Europa dos cidadãos, a livre escolha deve ser exercida transnacionalmente, em linha com a Carta Europeia dos Direitos dos Doentes.
De facto, desde 18 de Junho de 1993, em Roma, que a APHP adoptou a Declaração de Princípios e de Intenções da Hospitalização Privada, segundo a qual a hospitalização privada retira a sua legitimidade dos Direitos Fundamentais da Liberdade do Homem — instrumento de trabalho indispensável a uma medicina ao serviço do doente:
— Fundada sobre o princípio da liberdade de escolha do médico e da unidade de saúde;
— Garantia de uma atmosfera e de um serviço humano, fraterno e personalizado.
Na prática, a APHP pretende contribuir, no espaço europeu, para a manutenção do Estado Previdência, mas com a intervenção do mercado, conquistando, assim, mais e melhor espaço de intervenção para os hospitais privados.
|
|  |